Mulheres Arautos do Evangelho - Arautos Veja

Mulheres reagem à perseguição religiosa contra os Arautos do Evangelho

Repúdio aos atos da Rede Globo contra os Arautos do Evangelho (AE) reúne 284 freiras, 184 jovens do setor feminino e mais 182 ex-integrantes da instituição. No entanto, outras mulheres ainda estão enviando sua adesão ao manifesto. Se deseja conhecer a íntegra do ato de repúdio clique aqui.


Relato de ex-integrante sobre o respeito à dignidade da mulher na instituição

Dra. Thaíse viveu dois anos de sua adolescência nos AE e hoje é advogada.

Natividade(RJ), 15 de outubro de 2019.

Viver em dignidade é um direito humano fundamental. O regime de vida das integrantes do ramo feminino dos Arautos do Evangelho é inteiramente pautado na mais íntegra observância e respeito aos direitos e à dignidade da mulher. Existe total compatibilidade com as disposições do ordenamento jurídico pátrio. Pode-se sustentar, inclusive, que a associação dos AE é um exemplo de instituição protetora da dignidade da mulher.

Inicialmente, importa destacar que os AE, assim como outros institutos de vida consagrada ou associações, compostos por homens e mulheres, mantêm separadamente ambas as alas. Aliás, é o mais conveniente à natureza dessa instituição. Isso, tendo em vista a melhor organização do convívio e formação de seus membros, o que ainda favorece a privacidade do setor feminino, especialmente.

Nesse sentido, também as Casas de Formação do ramo feminino dos AE contam com um reforçado sistema de vigilância e segurança. O objetivo é o melhor atendimento às necessidades de seguridade. Dessa maneira, mitiga-se a vulnerabilidade própria da condição feminina quanto à exposição a perigos de violência externa.

Com relação ao tratamento pessoal dispensado às Irmãs – bem como às Cooperadoras da Instituição e damas das mais variadas idades que lá participam das atividades –, seja pelos sacerdotes Arautos que lhes ministram os sacramentos, ou mesmo no próprio convívio com seu Fundador, Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, denota-se uma respeitabilidade singular, casta e elevada, nos mais simples gestos ou palavras, sempre de forma extremamente digna e cordial. Pelo convívio e formação recebidos de Mons. João, as Irmãs sentem-se estimuladas à prática das virtudes. Sobretudo a da pureza e castidade. Pois veem no exemplo de vida de seu pai espiritual a personificação desses atributos tão raros em nossos dias.

A dignidade da condição feminina nos Arautos é refletida também na execução das diversas atividades desempenhadas pelas Irmãs no dia a dia comunitário. Desde os mais simplórios trabalhos manuais – como limpeza, cozinha e manutenção da Casa –, até os artísticos, intelectuais e apostólicos. Tudo desenvolvido em total respeito à sua independência enquanto mulher. Desse modo, proporciona-se um integral bem-estar no exercício de suas funções internas ou externas.

Da mesma forma, é proporcionada às integrantes do setor feminino uma completa atenção às outras necessidades igualmente essenciais, como saúde, formação educacional de qualidade, acesso à cultura, esporte e lazer, convivência familiar e comunitária. Assim, as jovens se estabelecem em um ambiente verdadeiramente sadio e totalmente compatível com o que dispõe a moral cristã e o Direito.

Thaíse Ferreira


Ex-aluna do Colégio Arautos do Evangelho envia depoimento

Paraguai, 18 de outubro de 2019.

Meu nome é Andrea, sou ex-aluna do Colégio Arautos. Atualmente estou morando no Paraguai. Nesta oportunidade queria compartilhar o meu testemunho sobre o que consistiu a minha experiência com a Instituição.

Ao iniciar a redação destas linhas uma multidão de ideias surge de forma simultânea. Em primeiro lugar, e antes de mais nada, quero agradecer a Deus, que por intercessão de Maria Santíssima, concedeu-me a graça incomparável de ter conhecido os Arautos do Evangelho (AE). Instituição a qual devo tudo quanto sou hoje, e a qual permaneço fiel, e continuo frequentando.

Não posso deixar de mencionar o quanto estou agradecida com a Providência pelo fato de ter colocado em minha vida como meu pai espiritual, Mons. João Scognamiglio Clá Dias. Ele é meu modelo de fidelidade à fé católica e  exemplo na prática exímia das virtudes cristãs.

Conheci os AE quando tinha quinze anos. Participei durante seis meses do Projeto Futuro e Vida. Até hoje me lembro com muitas saudades, pois lá aprendi a alegria de viver praticando o bem.

Nesse período, tive a oportunidade de participar do Congresso do ramo feminino, realizado a cada ano em São Paulo. E foi nessa ocasião que tive o primeiro contato com Mons. João. Sua simples presença criou um clima de paternalidade e paz.

O porte tão digno, o olhar tão paternal, e os ensinamentos e conselhos profundamente cristãos de Mons. João me impactaram muito e profundamente. Foi precisamente quando o conheci que a minha vida assumiu um caráter verdadeiramente apropriado à religião cristã. Entendi que a felicidade encontra-se no cumprimento dos deveres para com família, em busca de uma sociedade melhor. Bem como no cumprimento dos Mandamentos para atingirmos a perfeição espiritual que temos a liberdade de buscar.

Entretanto, o que dizer da Formação recebida com os AE? O espaço na folha se esgota e ainda nem cheguei ao começo. Mas farei uma tentativa de compilar tudo com a maior brevidade possível.

Com a oportunidade de fazer uma experiência em uma das Casas de Formação do Setor Feminino em São Paulo, e estudar no Colégio durante dois anos e meio, afirmo que todo o conteúdo programático trabalhado pelos professores é de altíssima qualidade e profundidade.

Ademais, lá acentua-se em tudo a dignidade cristã da mulher, até nas mais pequenas coisas. Destaco a ordem e a disciplina, o respeito consigo mesma e com os outros, o respeito à hierarquia, o valor sadio da obediência. Nos Arautos aprendemos a valorar a importância de fazer o bem, de ajudar os outros, e a crescer não só como católicos, mas sobretudo como pessoa, a sermos cidadãos responsáveis e a desejar como ideal a santidade, o primeiro chamado de todos os batizados.

Sendo assim, a linguagem humana é insuficiente. Pois não existem palavras para descrever todos os benefícios que Deus concede a todos os que tivemos algum contato com os AE. Que a eles, como a Mons. João, Nossa Senhora recompense com largueza todo o labor evangelizador no Brasil e no mundo inteiro.

Andrea Morán Mina


Assista ao vídeo de 6 minutos sobre a dignidade da mulher nos Arautos do Evangelho:

 

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23 comentários sobre “Mulheres reagem à perseguição religiosa contra os Arautos do Evangelho

  1. Cadê a #Globolixo agora com suas calúnias e difamações? #AmoOsArautos porque fazem de tudo para levar as pessoas para o céu. E ainda sabem respeitar cada peculariedade de cada pessoa sem discriminação.

  2. Muito autêntico os dois relatos! E como disse o Padre Alex Brito: nos Arautos as mulheres não precisam de porta-voz, elas podem e devem falar por si mesmas!

  3. Mulheres reagem à perseguição religiosa contra os Arautos do Evangelho. É o mesmo perfil moral de Santa Joana d’Arc, de quem se pode dizer:
    “Suas respostas às perguntas dos juízes eram castas como uma couraça e pontiagudas como uma lâmina de espada.”

  4. Deviam ter pensado duas vezes antes de mexer com as mulheres Arautos! Não temos mocinhas indefesas e sim bravas leoas que sabem lutar por seus direitos e ideais.

    • Salve Maria!Podiam fazer um texto de repúdio para nós Terciárias ou(Cooperadoras) também.Seria uma honra para nós que somos mulheres mães.

  5. Assino em baixo de tudo que disseram e ainda repito o que disse a Dra. Thaíse: Pode-se sustentar, inclusive, que a associação dos AE é um exemplo de instituição protetora da dignidade da mulher.

    • Se fala tanto em direito das mulheres , aliás ultimamente é o que mais se tem falado. E a doutora GLOBOLIXO como tem explorado exageradamente sobre esse assunto ! É de se impressionar ! Mas quando se trata de ouvir as Irmãs de setor feminino dos Arautos do Evangelho atacadas injusta e levianamente pela própria GLOBOLIXO aí eles não querem dar voz. Nunca vi tamanha hipocrisia .

    • Todas estas atitudes tem inteiramente meu apoio!!!Sou terciária e conheço esta obra há 33anos e assino em baixo de todas as declaracões feitas pelas mulheres arautos,pois sei que tudo tem muita dignidade e respeito vindo desta Instituição!!!

    • Se fala tanto em direito das mulheres , aliás ultimamente é o que mais se tem falado. E a doutora GLOBOLIXO como tem explorado exageradamente sobre esse assunto ! É de se impressionar ! Mas quando se trata de ouvir as Irmãs de setor feminino dos Arautos do Evangelho atacadas injusta e levianamente pela própria GLOBOLIXO aí eles não querem dar voz. Nunca vi tamanha hipocrisia .

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